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Estreia com vitória e sem brilho

Estreia com vitória e sem brilho. Essa é a melhor definição do jogo de abertura da Copa América, entre Brasil e Bolívia. Teve vaia da torcida no primeiro tempo, muito fraco. Além disso, o Brasil abriu o placar com um pênalti interpretativo, via VAR, rígido e nada escandaloso. Porteira aberta, finalmente, vieram outros gols e um sentimento de alivio pelo placar, 3 a zero. Pouco para o que representa o adversário.

Acima de tudo, a seleção teve dois destaques. Phillipe Coutinho ( Foto ), autor de dois gols e Richarlison, que merece a condição de titular. O jogo, foi sem brilho. Faltou cor, como na camisa da seleção. Jogar de branco para homenagear uma camisa que foi engavetada pela história, foi uma ideia ruim. Parece que, o mau gosto para a abertura da competição foi ensaiado. A cerimonia horrível, a entrada em campo das seleções, um velório e, finalmente, o primeiro tempo da seleção, sofrível.

Certamente, a vitória será lembrada e a exibição esquecida. O que importa foi estrear com o pé direito e com vitória. Tudo como era esperado, sem novidades e acima de tudo, sem criatividade. Vencer a Bolívia é obrigação. Evoluir para o segundo jogo, também. Tomara volte a cor para a camisa da seleção e para o jogo da equipe dentro de campo. Como resultado, deveremos ter algo convincente diante da Venezuela em Salvador.

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