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Bagunça é alto risco

Bagunça é alto risco. Acima de tudo, quando acontece no setor defensivo. Jorge Sampaoli ( Foto – Divulgação ) , técnico do Santos, adora inventar no setor com a alegação de jogar mais ofensivo. Certamente, não leva em conta que expõe seu time. Contra o Cruzeiro, perdeu Gustavo Henrique expulso logo no início e o Santos deixou de jogar, preocupado com buracos na defesa e a pressão do adversário.

A bagunça defensiva é forçada com a opção de escalar três zagueiros, às vezes improvisando um lateral no setor. Basta dar algo errado e vira pânico, muito difícil de corrigir. Além disso, a ‘ousadia’ do treinador argentino, cria situações piores. Demorou para recompor o setor defensivo e quando agiu, optou por um lateral, aumentando a improvisação. Como resultado, mais buracos, deixou de jogar e perdeu o jogo.

Primeiro de tudo, bastava fazer o simples, recompor a defesa, sacrificando um dos três jogadores de ataque, para evitar o desastre. O Santos lidera o Campeonato Brasileiro. Não era o momento de inventar. Jogar com três zagueiros espaçados, já rendeu sonoras derrotas ao time na temporada. A equipe rende quando tem posse de bola e força o jogo no ataque. A cada invenção na defesa, o time fica vulnerável e perde campeonato.

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