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APOSTADORES E APOSTAS:“CANCROS” NO FUTEBOL


Olá amigos do Futebol em rede.


Fernando Diniz aceitou o convite para ser técnico da Seleção Brasileira e podendo continuar dirigindo o Fluminense. Contrato assinado vai até junho do ano que vem, quando Carlo Ancelotti terminará o seu contrato com o Real Madrid e assumirá o comando da nossa Seleção.


Diniz inclusive seguirá trabalhando na equipe de Ancelotti e até lá, é claro, sempre se reportando a ele neste período até junho.


Após a sua primeira convocação, anunciando os jogadores chamados para as partidas contra Peru e Bolívia, validas pelas Eliminatórias Sul-americanas do Mundial de 2026 que será disputado no México, Estados Unidos e Canadá, ele concedeu a primeira entrevista coletiva.


Explicou de imediato a não convocação de Lucas Paquetá, em razão de problemas de possível envolvimento seu com as apostas esportivas. Os advogados de Paquetá estão tratando do caso e contestando essas denúncias alegando “falta de profundidade sobre a conduta de pessoas próximas ao jogador no caso das apostas esportivas”.


Isso me faz lembrar o que dizia o meu saudoso amigo Samir Achôa, radialista e brilhante advogado que dizia: “O cara mata a mãe e tem um a explicação. Se não tem, o advogado arruma uma.”


Esse caso de Paquetá se refere ao jogo entre Westhan x Aston Villa em 12 de março, quando aos 25 minutos do sendo tempo ele recebeu cartão amarelo.


É que nesse mundo de apostas os apostadores apostam entre si quantos cartões amarelos e ou vermelhos serão aplicados em alguma partida; em que minuto será aplicado o primeiro cartão, etc. Esses apostadores profissionais, envolvidos em apostas muito altas, têm dinheiro e, então, acertaram com jogadores todos os detalhes e dando-lhes quantias elevadas.


No futebol inglês os casos são vários, tanto que a Liga Inglesa proibiu o patrocínio das Casas de Apostas de patrocínio nos uniformes de clubes.


Luiz Henrique, do Betis da Espanha, também está denunciado por ter recebido cartão amarelo no mesmo dia, aos 45 minutos do segundo tempo. Era uma operação casada entre as duas advertências.


Aqui no Brasil, em Goiás, está em pleno andamento a chamada OPERAÇÃO PENALIDADE MÁXIMA, que envolve oito jogadores.


Sabe-se que esses assuntos envolvem muito mais apostadores que tem dinheiro e que combinam com atletas desonestos esse “bicho” extra.



Isso é terrível e algo que se está alastrando pelo mundo da bola.

Lamentável.


Ditado em castelhano diz o seguinte: YO NO CREO EM BRUJAS, PERO QUE LAS HAI, LAS HAI !!! Já dizia Cervantes.


Um abraço.

Lucas Neto



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