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Treino é treino

Treino é treino e não pode ser comparado a jogo. Primeiro de tudo, a seleção brasileira goleou Honduras, 7 a zero, com o adversário tendo um jogador expulso ainda no primeiro tempo. Assim, o que era fácil virou brincadeira. Ver as vibrações de Tite ( Foto ) no banco de reservas a cada gol brasileiro, me deixa preocupado. É muita euforia sem cabimento. Parece que a seleção estava goleando a França ou a Alemanha.

O que mais chamou a atenção no amistoso de Porto Alegre foram os gols perdidos. Philippe Coutinho mandou duas bolas na trave. Neres perdeu gol feito. Como resultado, só sete gols. Deveria ser vinte. Ainda mais, com um adversário tão fraco e em desigualdade numérica em campo. Alisson fez duas defesas no jogo. A defesa brasileira sequer saiu com o uniforme sujo. Além disso, foi um treino de ataque contra defesa. O placar não ilustrou o que foi o jogo, caberiam mais gols.

Após o treino, frases de encantamento foram acionadas. “Não importa o nível do adversário, vale para a seleção ganhar confiança”. Exagero. Certamente, um empate com Honduras não levaria a seleção para a depressão. Treino deve ser analisado como treino. Movimentou o elenco, fez gols para a estatística de Tite e mais nada. Evolução e confiança serão notados em jogo. Que a seleção não se perca por um treino. Ainda terá três jogos na fase de grupos da Copa América para arrumar o time.

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