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Os jogadores vêm da Europa, mas não trazem o nível de lá para a Copa América

Os jogadores vêm da Europa, mas não trazem o nível de lá para a Copa América. Essa é a conclusão que cheguei depois de analisar as principais Seleções da América do Sul, as consideradas favoritas na competição. Exceção feita ao Uruguai, as demais estão no nível baixo, bem parecido com o atual futebol dessa banda do Mundo. É incrível porque principalmente Brasil e Argentina têm jogadores que fazem sucesso na Europa mesmo alguns não sendo protagonistas. Mas não jogam nada quando vêm defender suas Seleções nacionais. Até o cerebral Messi pode ser enquadrado assim quando usa a 10 argentina.

Será que estão entediados? Será o calor? Será que gostariam de estar de férias curtindo e gastando os euros ganhos com tanto sacrifício? Seria um direito deles. Parece que jogam por obrigação e não com muita vontade. Será que o comando técnico é mesmo mais fraco? Ouvi muitos vezes a frase: “Jogador brasileiro é burro, é vagabundo”, mas quando esse mesmo jogador vai à Europa rende como os de lá e às vezes até mais. Por que será que isso acontece?

Dos 23 jogadores da Seleção Brasileira só três: Cássio, Fagner e Everton jogam no Brasil, os demais são “europeus”. Na Argentina são 6 que jogam no próprio país: Andrada (Boca), Armani, Casco, Palacios e Suárez (River Plate) e Saravia (Racing). 15 jogam na Europa, mas o nível de jogo está muito baixo. O Uruguai que tem 16 jogadores que atuam na Europa é o único que mantém um bom nível. Somente um joga no Uruguai, é Giovani Gonzáles, do Peñarol. Talvez o técnico Washington Tabares, com a experiência dos seus 72 anos, e muito tempo a frente da Seleção depois ter treinado até o Milan, na Itália, saiba como tirar mais dos seus jogadores do que Tite e Scaloni. É, talvez.

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