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Muro das lamentações de Paris

A eliminação do Paris Saint Germain, em casa, diante de um fragilizado Manchester United, abre uma ferida que não cicatriza nunca. O time não consegue sequer brigar por títulos na Europa. Investe, contrata, inventa, aposta e nada. Nasser Al Khelaifi ( Foto – goal.com ), presidente imposto pelo investidor do Qatar, prometeu fazer do PSG uma potencia em cinco anos e só coleciona fracassos. Gastar a fortuna que a Qatar Investment colocou no clube só para ganhar o Campeonato Francês é dinheiro jogado fora. Até o momento tanto dinheiro só produziu mesmo uma grife. As estrelas contratadas desfilam coma camisa do clube como se fossem modelos numa passarela. Produzir título europeu, nada. A frustração é enorme e a cada derrota cai um treinador ou implode um jogador que chegou como um craque indiscutível. A lista de erros do Paris Saint Germain nesta temporada na Liga dos Campeões está lotada. A onda de azar também foi arrebatadora. Neymar e Cavani contundidos no momento decisivo. O veterano qualificado Buffon falhou feio no segundo gol do Manchester United. No primeiro, falha do Kehler. O VAR ajudou a afundar o barco no pênalti que decidiu a eliminação. A bola bate no braço de Kimpembe que estava de costas para o lance. Eu não marcaria, Neymar ofendeu a arbitragem nas redes sociais. A lamentar o fato de que Mbappe não conseguiu segurar a bucha sozinho. Thomas Tuchel só colocou Cavani nos momentos finais e errou feio. Para o torcedor Neymar decepcionou. Não pela contusão, é do jogo. Mas pela total falta de comprometimento. Em recuperação foi pular Carnaval em Salvador, voltou encima da hora pra ver o jogo nas tribunas e apareceu no campo de jogo como um torcedor. Não convenceu ninguém. Fica a imagem de um craque azarado, sempre se contunde na hora errada, e um jogador sem comprometimento, dá mais valor a vida pessoal. Tudo estará no muro das lamentações de Paris por um bom tempo.

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