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INCOMODO CONTINUA


O Grenal desta vez terminou empatado, 1 a 1, na casa do Grêmio. É até compreensível o sentimento de alívio no Internacional. No entanto, não há motivos para comemoração. Eduardo Coudet ( Foto – Divulgação ), treinador argentino do Inter, continua virgem no Grenal. Em seis jogos, dois empates e quatro derrotas. Apesar da boa classificação no Brasileiro, são quatro jogos consecutivos sem vencer na competição. O incomodo continua para o torcedor colorado.


O Internacional não foi bem no clássico. O empate caiu do céu, graças a Cortez que cortou jogada de Edenílson com a mão e o VAR, corretamente, dedurou pênalti. O mesmo VAR causou a expulsão de Musto que deixou o braço no rosto de Diego Souza. Os colorados reclamam da arbitragem que não viu falta em Galhardo no início da jogada que originou o gol de Pepe. Exagero, o árbitro expulsou Cortez e não cometeu erros fatais no jogo.


Coudet jura que o time procurou vitória no Grenal. Não foi bem assim. Teve a bola nos pés por mais tempo, mas não sabia o que fazer com ela. A marcação do Grêmio foi boa. O time só conseguiu armar jogadas de perigo após a entrada de D’Alessandro. Galhardo perdeu gol incrível e compensou acertando o pênalti. O maior feito do Inter foi não perder a cabeça após a expulsão de Musto. A pressão de não vencer Grenal, são onze jogos sem derrotar o tradicional adversário, não pode justificar alegria com o empate.


A maior dificuldade do Inter está na criação do meio campo. O setor está desequilibrado. Nem Edenílson está aparecendo mais no ataque com nos bons tempos. Coudet insiste com Musto como volante e terceiro zagueiro. Com isso Edenílson fica para ajudar a marcação, Boschilha corre na direção da bola e trava o setor. A sorte é que Galhardo faz uma temporada acima da média. Abel Hernandez não justificou a contratação. O time precisa de ajustes. Não estaria quatro jogos sem vencer se tudo estivesse bem como justifica Coudet