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Finalmente Conmebol “dá vermelho para a família Aquino”

Valeu a luta do Cruzeiro por justiça. O Tribunal da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) decidiu acatar pedido urgente do time mineiro para anular o grotesco cartão vermelho que o zagueiro Dedé recebeu em La Bombonera no jogo de ida.

Só o péssimo árbitro Eber Aquino para entender que um encontrão normal de jogo que acabou por contundir o goleiro Andrada, do Boca, foi intencional por parte de Dedé, que tem um histórico de jogador limpo. Nunca machucou ninguém com gravidade. É o tipo do zagueiro que antecipa bem a jogada, que tira a bola do adversário como se fosse com uma pinça, e que depois de sofrer tanto com contusões graves voltou a jogar em alto nível.

Conhecendo bem a sua história, ele não iria querer machucar ninguém. Não é do seu feitio, não é seu jeito e nem precisa pela bola que joga. Se houve alguém mal intencionado foi o árbitro, que teve ajuda do VAR para esclarecer o lance e expulsou o zagueiro cruzeirense.Por isso fez bem a Conmebol em dar vermelho ao árbitro pela lambança que fez. Devia puni-lo também. Afasta-lo por um tempo para aprender.

Não é a primeira vez que a “família” Aquino prestou bons serviços ao Boca Juniors. Em 2001, Ubaldo Aquino, que já parou de apitar, Graças a Deus, não deu um pênalti claro em Fernando, do Palmeiras, em La Bombonera. Era a chance do Verdão fazer 3 x 2 e voltar para a casa com uma ótima vitória. Foi na cara dele e ele não deu. No jogo da volta, 2 x 2, no velho Parque Antártica, e na disputa de pênalti deu Boca e o Palmeiras então de Celso Roth e Alex saiu da Libertadores, em casa.

Em 2013 foi a vez do Corinthians sofrer com os “Aquinos”. O filho dele era bandeirinha no jogo em que Carlos Amarilla, numa das atuações mais desastrosas e desonestas dos últimos tempos, tirou o Corinthians da Libertadores em pleno Pacaembu. Adivinha quem era o beneficiado: O Boca de novo.

Em Tempo: No primeiro semestre, eu ainda estava na Rádio Capital, e o senhor Eber Aquino era o árbitro escalado para o jogo do São Paulo com o Rosário Central, na Copa Sul-Americana, no Morumbi. Antes do jogo começar, pedi a um fiscal da Federação Paulista de Futebol, que acompanhava a equipe de arbitragem, para confirmar se Eber Aquino, que também é paraguaio, tinha algum parentesco com o ex-árbitro Ubaldo Aquino, Ele disse que não podia fazer isso, não era o seu trabalho e além do que, Eber poderia ficar bravo com a pergunta. Então até hoje não sei se ele é mesmo ligado a família Aquino embora tenha o mesmo dos nome dos outros dois. Por isso, tudo foi colocado entre parênteses. É muita coincidência até porque as atitudes são as mesmas. Os prejudicados sabem do que estou falando.

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