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E O “HEROICO FUTEBOL”CONSEGUE SOBREVIVER


Olá amigos.

Infelizmente, o mundo continua perdendo a guerra contra o Corona vírus. O número de óbitos e contaminações segue alarmante e destruidor. A Economia Mundial está destroçada e sem prognósticos para a sua recuperação. A população mundial, com razão, assustada e

galhardamente tentando sobreviver.

Esperança que nos resta é orar, acreditar nos cientistas e agradecer aos “soldados da saúde (médicos, enfermeiros, funcionários de todas as áreas que estão envolvidos nessa luta, os coveiros...), Que Deus nos ajude.

O Futebol e o Esporte de um mundo geral seguem atingidos terrivelmente nesta pandemia.

As receitas diminuíram e até cessaram. As verbas de publicidade estão escasseadas; as de bilheteria não existem mais. Com raras exceções onde ainda se permite a presença de público com protocolos e limitações está entrando um dinheirinho. Os clubes à mingua, estão endividados e muitos à beira de falência. As TVs renegociando os seus contratos com as Confederações, Federações, Associações e clubes. Por sua vez, os patrocínios da mídia também diminuíram, foram cortados.

O momento é terrível.

Aqui no Brasil campeonatos pararam. Recomeçaram com restrições, incertezas, renegociações e pressões.

Já atingidos pelas circunstâncias os Calendários de 2021 não poderão invadir 2022, principalmente o do Futebol. O de 2020 invadiu o deste ano em razão dos múltiplos Lockdowns. Ano que vem é ano da intocável Copa do Mundo, daí ...

Somando-se tudo isso o resultado aqui no Brasil é essa loucura dos nossos clubes jogarem dia sim, dia não. Uma partida a cada 48 horas.

Nos próximos 30 dias essa “Maratona” irá continuar.

Será que os jogadores irão aguentar?

Será que os clubes conseguirão aguentar o crescimento das despesas para cumprirem essa sequência de jogos?

Será que os elencos terão jogadores suficientes para entrarem em campo?

Será que as torcidas terão entendimento dos resultados dos times dos seus corações?

Fisicamente, os atletas estão esgotados. As contusões são crescentes e frequentes. Psicologicamente, o desgaste é terrível. A convivência com os familiares será afetada e isso pode acarretar inúmeros problemas.

A irresponsabilidade de jogadores (alguns muitos) desrespeitando recomendações, protocolos, repouso, sabemos, é uma realidade.

A qualidade técnica certamente cairá. Como os treinadores poderão ter um time titular? A tarefa será difícil. Todo o elenco deverá ser preparado para um plano de jogo, um conceito tático e técnico.

O problema é sério.

Em meio a isso tudo há de se reconhecer um grande benefício:

A CHANCE DE REVELAR OS MENINOS DAS BASES.

Já se observa esse resultado em todos os clubes.

Que a “molecada” apareça e que os dirigentes consigam mantê-los nos seus elencos. Nada de precipitação, embora saibamos que isso será inevitável, pois todos estão com dívidas enormes.

Sorte dos empresários, né?

Essa é a realidade.

Um abraço.

Lucas Neto