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DOIS ÁRBITROS NOSSOS NA COPA, MAS “O VAR NÃO VAI”

Olá amigos !



O Brasil terá dois árbitros e cinco auxiliares na Copa do Mundo de 2022. Pela primeira vez desde a Copa de 1950 o país terá mais de um árbitro na competição. Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio estão entre os 36 árbitros escolhidos pela Fifa para apitar na Copa de 2022. Entre os 69 auxiliares estão cinco brasileiros, entre eles a primeira mulher: Neuza Inês Back. Os demais serão Bruno Boschilia, Rodrigo Figueiredo, Bruno Pires e Danilo Simon. Não haverá brasileiro entre os 24 árbitros de vídeo escolhidos pela Fifa para o torneio, que começa no dia 21 de novembro, no Catar.


Do nosso VAR ninguém vai. O NOSSO VAR NÃO VAI.

É preciso explicar? NNNÃÃÃOOO... !!!




O VAR brasileiro é péssimo. O seu retrospecto é dos piores ou o pior do mundo.

O italiano Pierluigi Collina, que foi um dos melhores árbitros do mundo e que hoje preside o Comitê de Arbitragem da FIFA, sempre elogiou a arbitragem brasileira. Sabemos que a acompanha com muito respeito e carinho.

Nesse acompanhamento é evidente que os relatórios que recebe e as informações sobre o VAR são as piores possíveis e imagináveis.




Creio, sem “catastrofismo”, que estamos mesmo entre os piores do mundo.

Muitas vezes se manifesta contrariando todas as orientações da cartilha. Em outras se omite nos dando a impressão (perdão) “que estão tirando o bumbum da seringa”.

Somos, no futebol mundial, os campeões da perda de tempo. Jogo paralisado para análise de um lance por 4,5,6 minutos ou mais é coisa comum. Aí, não se pode ignorar a pressão dos jogadores dos dois times sobre o árbitro querendo ganhar a decisão a favor dos seus times. É pressão para ver o vídeo, para que – conforme o interesse do momento – ignore o vídeo. Quando vai para a cabine ver as imagens, junta-se ao rolo o pessoal dos bancos, porque ela está no meio do campo entre as duas áreas técnicas.

Mais um lamentável detalhe, o tempo perdido nem sempre é acrescido aos descontos no final de cada tempo. É a realidade, infelizmente.


O pior, todavia, é que os árbitros, que têm os remédios para acabar com isso, não tem peito de usá-los: OS CARTÕES AMARELOS E VERMELHOS. Se, nesses momentos, aplicá-los sem dó nem piedade rotineiramente, tudo isso vai acabar. Para isso, entretanto, devem ter apoio e suporte das direções das federações e CBF, respaldos que os Tribunais devem dar, aplicando as penas cabíveis com rigor aos faltosos. Mas... e “ter aquilo roxo” para acabar com esse “circo”? Aí já é outro problema. Infelizmente.


Um abraço.

Lucas Neto