• Futebol em Rede

AS ABSURDAS AMEAÇASA CÁSSIO, GIL E FAMÍLIAS

Olá amigos!



Na tese, se os cidadãos fossem todos civilizados (no Brasil e no mundo), o direito do torcedor seria torcer, se alegrar ou entristecer com a fase do clube do seu coração. Quando vai ao estádio, adquire o seu ingresso e lá aplaude ou vaia o seu time e/ou os seus jogadores, técnicos, dirigentes e arbitragem. NADA ALÉM DISSO.


Em todo o mundo, infelizmente, a paixão descamba para a violência e à irracionalidade nas mais variadas circunstâncias. Um ou outro torcedor, grupos e as torcidas organizadas (tipo Hooligans, Barras, etc.).

Aqui no Brasil, infelizmente, as manifestações das organizadas em todo o País descambaram ou descambam para um terceiro poder. Acham-se “donas” dos seus clubes, fiscalizadoras das administrações, dos dirigentes, atletas, treinadores, etc...


Não há dúvida da beleza dos seus espetáculos, coreografias e incentivos aos seus times em campo. No outro lado da moeda as brigas, invasões de campo, danos aos patrimônios nos estádios e razão do afastamento d os bons torcedores com as suas famílias das arenas. Foi tal o crescimento dessas desordens e brigas que as autoridades policiais e do futebol tiveram que determinar só a torcida do clube mandante nos nossos clássicos em São Paulo. Lamentável, né?


Mesmo assim, nos caminhos para os estádios, grupos de torcedores marcam encontros para se enfrentarem e até se matarem, fora prejuízos causados no entorno dessas batalhas a imóveis e logradouros públicos.

Cresceram tanto as organizadas que até influem politicamente em eleições e na administração dos clubes. Recebem ajudas de dirigentes, patrocinadores para as suas atividades sociais, desfiles carnavalescos, excursões para assistirem partidas, às vezes até idas para o Exterior. Cá para nós, dim-dim até para apoiar ou detonar grupos políticos ou candidatos nas eleições para presidência ou conselheiros.


Hoje, chegam às ameaças físicas e pressões psicológicas em atletas, treinadores, comissões técnicas e dirigentes.

Dias atrás invasão de campo e faca jogada para o gramado, destruição de cabine do VAR e até tentativas de invasões de vestiários.


E, quando se pensou que se havia atingido o limite dos absurdos, surge caso mais sério com as ameaças feitas ao goleiro Cássio e ao zagueiro Gil, do Corinthians.

Pela internet, ofensas e ameaças à esposa do goleiro corintiano e a ele. Injustas acusações de “chinelinho”, desagregador, acomodado e outras mais. Injustiça com um dos melhores da história do clube e de muitos títulos conquistados.Cássio não merece isso.



Assim, magoado, foi à polícia, fez a denúncia, levou as imagens da ameaça que foi feita à esposa e família, exigindo a necessária proteção a que tem direito. O Delegado Dr. Cesar Saad, que o recebeu, j á deu prosseguimento para a identificação do autor das ameaças e a polícia já está agindo nessa procura e captura.


Com o zagueiro Gil, a mesma ação de torcedores. Gil é outro com nome escrito em ouro na história do Corinthians.

Faixa que apareceu no episódio da ida do grupo da Gaviões ao Centro de Treinamento Dr. Joaquim Grava, onde conversaram com os jogadores e Comissão Técnica: “OU JOGA POR AMOR OU JOGA POR TERROR”. A faixa estava fora do CT.

Por ora, o Vitor Pereira, novo treinador teve apoio da Gaviões. “Quosque Tande?” Até quando? Responda quem puder.

Um abraço.

Lucas Neto