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Alta tensão no Grenal da Libertadores


Alta tensão no Grenal da Libertadores. Como previsto, não faltou vontade e nervosismo. O gol não saiu, ninguém venceu, foram três bolas na trave e oito expulsões. O árbitro argentino Fernando Rapallini ( Foto – Divulgação ) teve pulso firme e entra para a história do clássico. Curioso, o árbitro foi suspenso no seu país por errar preenchimento de súmula. Com tantas expulsões e confusão no final do Grenal, terá trabalho extra com a súmula. No geral, ele foi bem na condução do clássico e acertou nas expulsões.


O Grêmio começou melhor. Teve chances com bolas cruzadas no primeiro tempo. Trabalhou demais a bola no meio campo e não conseguiu encaixar as bolas de velocidade pelas laterais. Como o duelo foi de muita marcação, o time de Renato Portaluppi, não decepcionou. Errou na segunda bola após escanteio com Edenilson. As mudanças durante o jogo foram boas. Acertou uma bola na trave no final e perdeu outras chances claras de gol.


O Inter equilibrou o jogo no meio campo. Tentou jogar no erro do adversário e acertou mais a trave, duas vezes. Teve chances de sair com a vitória. Após a confusão no final do jogo, recuou demais. Marcou muito e não ficou intimidado em campo com a pressão da torcida. Coudet foi menos feliz nas mudanças. Deixou a impressão de que o empate foi satisfatório.


A confusão do final começou com Moises e Pepê. Nervos à flor da pele, jogo tenso, empate em jogo histórico, rivalidade, tudo colaborou para um clima explosivo. As expulsões foram justas. Quatro de cada lado, três titulares e um de cada no banco de reservas. Isso só beneficia os rivais do grupo, Universidad Católica e América de Cali. Com tanta rivalidade e com o clima de tensão criado para o jogo, era impossível esperar que o Grenal terminasse em banho-maria.